3 de set de 2013

Your Love Is My Drug


Esse é o meu lema...Justiça.

Capítulo 4
Justin Drew Bieber

Southport, Carolina do Norte
08:23 da manhã,

Sair cedo de Nagvellis. Meu avião era de madrugada, o que dificultou tudo. Não preguei o olho nenhum segundo.  “Bryan Rutler” “Allan Collins” “Douglas Morton” esses nomes me atormentavam. E sabia que, não eram só eles três. Existia mais alguém envolvido nisso. Justamente, quem?

Logo após de deixar minhas coisas no hotel, entrei no taxi. Precisava comer algum, distrair minha mente um pouco, depois de explorá-la tanto nessa madrugada. Não queria avisar minha família, que estava de volta à cidade. Abomino misturar família com afazeres. Não vim a passeio, vim a trabalho e é isso que irei fazer. O taxita parou na padaria que tanto adorava, Scorci”s.  Paguei pela corrida e caminhei até a entrada do restaurante, que inclusive era uma padaria. Procurei uma mesa, no canto mais discreto e assente-me.

–– O que o senhor deseja? – meus olhos percorreram toda aquela bela moça. Seus cabelos finos e cortados em camadas, que combinados com sua face delicada, davam a ela um jeito de princesa de contos de fadas. Ela era linda, e sabia que debaixo daquele tecido todo, também era gostosa. Vi no seu crachá “Lise” e abaixo escrito no seu uniforme “Posso ajudá-lo (a)?”

–– Olá Lise.  –ela sorriu sem demonstrar nenhuma emoção, como se tanto fizesse. Talvez pensasse que estaria dando em cima dela, como vários outros rapazes já tenham feito isso. –– Eu gostaria de um whisky, por favor.

–– Ok.

Lise deu a volta e saiu ao balcão. Ela cochichou com uma loira, mais alta que ela. E imaginei que estariam falando de mim. Pois a loira não parava de me olhar quando Lise falava no seu ouvido. Quando a loira se aproximou de uma mesa, perto da minha, vi o seu nome ao mesmo tempo em seu crachá “Emily”, o que me fazia ter cara de pau de ir lá e perguntar o que tanto diziam sobre mim. No entanto, perdi a coragem, quando avistei Lise novamente na minha frente, segurando uma bandeja.

–– Aqui está seu whisky senhor. –ela pôs o copo na mesa–

–– Obrigado

Sorri de canto e logo dei goles na minha bebida, que descera pela minha garganta queimando. Meus lábios haviam esquecido o belo doce do álcool, por isso sentia uma sensação estranha. Apreciei Lise atendo outras mesas. Volta e meia ela olhava para mim, quem sabe pensando “eu nunca o vi aqui antes”


Dia seguinte
11:00 da manhã,

–– O senhor tem certeza?

–– Sim Justin. O nome dela é Célia, e seu filho foi seqüestrado e morto. E um dos principais acusados são esses “Allan Collins” e “Douglas Morton”
  
–– Ok senhor Mark. Já estou em frente à casa que me dissera.

–– 455, rua Chandler M?

–– Essa mesmo.

–– Excelente. O primeiro passo é essa mulher Justin. Não a perca.

–– Jamais.

Desliguei a ligação e desci da viatura, guardando meu celular no bolso traseiro. Limpei a sola do meu sapato no tapete, em seguida toquei a sineta. Uma mulher um tanto magra, cabelos ruivos e curto, me encarou quando abriu a porta.

            –– É... a senhora que se chama Célia? –ela engoliu seco, e me olhou dos pés a cabeça–

            –– Sim, sou eu. –concordou, e percebi que sua voz tremia.– O que a policia quer na minha casa?

            –– Desculpe, não quis assustar. –bufei retirando minha boina e mexendo em meus cabelos– Só gostaria de conversar com a senhora.

            –– Eu não fiz nada de errado seu policial!

            –– Me chame apenas de Justin, por favor. –rebati– Fique tranqüila dona Célia. Como disse, só gostaria de conversar com a senhora.

            –– Entre. –ela deu espaço e assim adentrei em sua residência. Tinha uma televisão grande, um sofá confortável, do lado, uma escada dando acesso ao segundo andar. O que havia mais gostado, era os quadros. Eram bem pintados, e mostravam animais, alguns até que tinha no meu braço. Minha mãe contava que iria ter um zoológico no meu corpo, exagerada como todas as mães.

            –– Licença. –pedi e ela acenou com a cabeça, enfim me sentei no sofá.

            –– Quer algo para beber?

            –– Não, obrigado. –respondi gentilmente–

–– Então... o que gostaria de falar comigo Justin?

            –– Sobre seu filho.

            –– O George?

            –– A senhora tem outros filhos?

            –– Uma menina. –sorriu– Entretanto, não mora comigo. Depois da morte do George, fique assustada e a mandei ir morar com a avó.

            –– Meus pêsames.

            –– Foi tudo uma injustiça Justin.

            –– Eu só sei até a parte que seu filho é seqüestrado. –menti–

            –– Ele foi seqüestrado quando saia da escola... –Célia fez uma pausa–

            –– Quantos anos ele tinha? –perguntei aproveitando a pausa dela. Não queria interrompe-la. –

            –– Quinze. – ela respondeu– Tomei um susto quando os seqüestradores me ligaram dizendo que estavam com meu filho.

            –– Era voz de homem?

            –– Sim. No fundo da ligação, ouvir alguém gritar “Allan venha aqui!” assim o rapaz que estava falando comigo disse “Já vou!”

            –– E depois?
           
            –– Esse tal de Allan retornou a conversar comigo, dizendo “Quero 20 mil as 00:00, ou terá seu filho morto.”

            –– E a senhora cumpriu?

            –– Sim. E eles também. Libertaram meu filho. Apesar disso, no dia seguinte, levei George na delegacia, denunciando eles. E logo depois, meu filho apareceu morto. –ela secou algumas lagrimas que desciam pelo seu rosto– Os seqüestradores disseram a George para não denunciar eles. Se eu soubesse, não deixava George denunciar.

            –– Onde seu filho apareceu morto?

            –– Numa praça. Estava indo encontrar a namorada

            –– As que horas?

            –– 20:30 da noite. Todavia a praça era um pouco vazia a esse horário.

            –– A namorada viu quando os seqüestradores pegaram seu filho?

            –– Não. Eles chegaram antes. Quando ela chegou, ele já estava morto no chão, e então ela me ligou.

            –– Quando foi isso dona Célia?

            –– Vai fazer um mês amanha. –sua voz saiu como ruído–

Cocei minha nuca, e me levantei do sofá –– Eu sinto muito, de verdade dona Célia.

Ela se ergueu, sorrindo um pouco. Porém nos seus olhos haviam tristeza
–– Está tudo bem Justin.

–– Infelizmente, já tenho que partir.

–– Claro. – ela me levou até a porta, em seguida abrindo. A cumprimentei outra vez, e desci os degraus da sua casa, indo para o carro ao ouvir –– Justin?

–– Sim – virei- me

–– Ache esses rapazes, por favor. Faça justiça.

–– Esse é o meu lema dona Célia... –sorri de lado, entrando na viatura, assim abrindo a janela– Justiça.         

~//~

Lise Margaret Perkins

No mesmo dia,
19:55 da noite,

O vento estava gelado, e o frio congelara as pontas dos dedos de Lise. Ela enterrou seu nariz na jaqueta, avançando penosamente os últimos metros até sua casa. Todavia o turno de doze horas que ela acabara de encerar no Scorci”s era suficiente para fazer seus ossos doerem.

Tirou a chave do bolso, subindo a escadinha que dava acesso a sua casa. Pôs a chave na fechadura, em seguida abrindo a porta.

            –– Vovô,cheguei. – ela deu um gritinho, como todos os outros dias. Tirou sua sapatilha, calçando suas pantufas. Depositou a bolsa na escrivaninha, e andou ao encontro de seu avô. –– Vovô? –ela abriu a porta do quarto sentir um ar quente de cigarro. –– O senhor esta fumando? Não acredito! –seu avô não parecia lhe ouvir, tão envolvido pela TV. Maldito dinheiro. Maldito cigarro. Maldita TV. Estressada, atravessou o quarto, abrindo a janela

            –– Querida, feche essa janela, esta frio.

            –– Agora o senhor me ouve? –ela não conseguir diminuir o tom de voz. Estava tão chateada. Apanhou o controle, e desligou a TV. –– E o senhor sabe que detesto falar sozinha.

            –– Pode falar querida.
           
            –– Onde o senhor tirou essa merda do cigarro?

            –– Ah, Lise, não reclame. Tenho direito de ser livre.

            –– LIVRE? Pelo amor de Deus!
           
            –– Ficar o dia todo preso numa casa, sem poder fazer nada? –ele deu uma tragada longa no cigarro e depois disse calmamente. –– Meu cigarro é meu único lazer.

            Lise engoliu a raiva, e voltou para a perto da porta. –– Vou fazer algo para o senhor comer.

Definitivamente enfurecida, percorreu a cozinha. Lavou suas mãos, em seguida, indo a geladeira, pegando tomate, cebola, alho e pimentão. Pôs tudo sobre a pia, começando a descascar levemente o tomate. Sua visão era embaçada, e sua lagrimas insistiam em descer. Era de raiva, tristeza. Ela não sabia qual.

Depois de cortar todos os ingredientes, pôs dentro da água fervendo para cozinhar, junto com o macarrão. Ela não estava com cabeça para fazer algo mais detalhado e gostoso. Hoje seria macarronada. Até porque, ainda estava chateada com seu avô.

Continuo lavando alguns pratos sujos, ao ouvir seu celular tocar. Rapidamente, pegou o pano em cima da mesa, e andou a sala enxugando suas mãos. Abriu sua bolsa velozmente, e aceitou a chamada. Era sua adorável amiga, Caitlin Beadles.

–– Oi amiga!

–– Oi Lise! Como você está querida?

–– Estou bem! E você? –Lise sentia uma enorme dificuldade de escutar Caitlin. Ouvia pessoas conversando e uma musica tocando–

–– Estou bem também amiga. –ligeiramente Lise ouvir a voz de um rapaz “chama ela logo amor” certamente, deveria ser Bernardo, o noivo de Caitlin. –Você tem planos para hoje a noite?

–– Não amiga. Iria ficar com meu avô, porém ele me deixou muito estressada.

–– Ah querida, estou aqui no Shington. Está eu, o Bernardo, o Chaz a Ellie, e um amigo de Chaz. Um tal de Justin. –ela fez uma pausa, parecia estar conversando com alguém– Ah sim, Justin Bieber.

–– Não posso sair Caitlin. Não posso deixar meu avô..

–– Ah, que pena Lise. Aqui está maravilhoso. Esta tendo show ao vivo, você iria adorar.

–– Eu sei amiga. –Lise pensou, enquanto do outro lado havia uma enorme zuada. Ela adorava o Bernardo, uma ótima pessoa e sempre brincalhão. Amava também o Chaz, sempre gentil com ela. Agora, odiava a Ellie. A namorada de Chaz. Uma mulher insuportável, e que só sabe falar de jóias e o quanto é rica. No entanto, ela não sabia quem era esse Justin Bieber. Certamente, ele estava sem acompanhante. Caitlin sempre quis arrumar um namorado para Lise, e quando apareciam esses amigos de Chaz, ela dava um jeito de chamar Lise.

–– Alô?Lise?

–– Oi Caitlin.

–– Você não vem mesmo?

–– Não sei. –suspirou– Qualquer coisa eu apareço ai.

–– Tudo bem. Beijos amiga.

–– Beijo.

Lise colocou seu celular no mesmo lugar, e mordeu seus lábios, organizando seus pensamentos. Ela queria ir, precisava rir, no entanto, estava com medo. Ela balançou sua cabeça, afastando um pouco seus pensamentos e quando retornou a cozinha, tomou um grande susto ao ver, seu avô, sentando na cadeira.

            –– O que faz aqui vovô?
           
            –– Não posso mais levantar?

            –– O medico recomenda o senhor ficar somente sentando.

Ela pegou uma colher, e deu uma mexida no macarrão, após experimentar o tempero. Sorriu ao sentir que, não pegou tão pesado assim no sal. Foi ao armário, pegando um prato, e talheres. Pôs em cima a mesa, de frente ao seu avô. Em seguida, pôs o macarrão no prato de seu avô e assoprou um pouco.

            –– Está quente. É melhor esperar um pouco. –ela sorriu forçada e ele encarou Lise–

            –– Você deveria sair com sua amiga. –disse serio–

            –– Não posso deixar o senhor sozinho.

            –– Você é jovem querida. Não se prenda a mim. Um velho rabugento que só te trás prejuízo.

            –– O senhor é a minha única família vovô. –se afastou da mesa– E me parte o coração ao ver que me desobedece. Eu sei que é complicado ficar o dia todo aqui, nessa casa que não é tão grande assim. –ela controlou que suas lagrimas não descessem– Mas eu juro, eu dou o meu sangue para conseguir o dinheiro para sua cirurgia, e o senhor simplesmente fuma, e acaba com todas as minhas ultimas forças.

            –– Me perdoe querida. –falou baixinho–

            –– É sempre assim. O senhor pede desculpas, e no dia seguinte está novamente fumando. Que saber? Eu vou sair sim. Não posso fazer nada se o senhor não ajuda a sim mesmo.


Oooi my girls! Tudo bom com vocês? Desculpe a demora, ia postar ontem, porem a net tava uma merda, caía e volta toda hora.

Bom, é isso. Espero que tenham gostando! To sem tempo, pq to cheia de trabalhos escolares.

Se cuidem, fiquem com Deus


Amo vcs perfeitas! 

11 comentários:

  1. Olá, amei o capitulo, e olha um selinho pra vc aqui ---------> http://iimaginelovatic.blogspot.com.br/2013/09/regras-agradecer-pessoa-que-te-indicou.html beijus..

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  2. Lise se preocupa toda
    quase se lasca
    e ele ainda fica fumando? RUM NÃO TEM JEITO MESMO
    sua ib ta ficando super foda diva
    se nos primeiros capitulos está assim, imagina ao longo da ib?
    AAAAAAAAAAAAA QUERO MAIS

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  3. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE TUDO , CONTINUA LOGO DIVA , TA PERFEITO DEMAIS ><

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  4. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh amei amei amei haha super continua princesa, simplesmente xonada no capitulo haha
    Beijos diva, amo-te

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  5. Porra! Cada dia que passa voce escreve cada vez melhor pequena! Tá muito perfeito sweetie! Preciso me atualizar aqui poxa! To com saudade u.u ta lindamente lindo, amo voce ;)

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  6. Aaaaaah continua thata, perfeito ;))

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  7. OMB!!!!!Amei amoreeeee,bom,tô sem tempo aqui (ah,e esse coment vale pelo IA ok?) e só passei pra falar que tá perfeito !!!!!Beijos,e continua viu?Hahaha até o proximo!

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  8. Aaa mds *-* continuaaaaa ta perfeito ps. Leitora nova uhul!

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  9. Mais perfeito impossíveel :)
    Ai aiii ela vai se encontrar com o "Justin Bieber" hsuahsau'
    Ansiosa pro próximoo!
    Fik com Deus tbm linda, se cuida. Mil Beijos
    @BahdoBieber

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  10. LEITORA NOVAAAAAAAAAA CONTINUA PELO BIEBER AMADO!

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